Farmacêuticos devem alertar para efeitos da pílula do dia seguinte

Um estudo publicado no Indian Journal of Community Medicine sugere que os farmacêuticos precisam de começar a desempenhar um papel na consciencialização sobre a contraceção de emergência e das opções de sexo seguro. Depois de entrevistar vários farmacêuticos os investigadores concluiram que 79% não conhecem os efeitos secundários associados ao uso
de contraceção de emergência, bem como sobre as mudanças previstas no fluxo menstrual. E 85,71% admitiram não saber se a pílula iria fornecer proteção posterior contra a conceção. 

O estudo também apontou que apenas 15,71% dos farmacêuticos aconselhou os consumidores sobre o risco de DSTs, enquanto 88,5% nem sequer presta aconselhamento contracetivo. 
 A Dra. Rishma Dhillon Pai, presidente da Federação de Obstetrícia e Sociedades de Ginecologia da India (FOGSI, na sigla em inglês), disse que, embora seja difícil para um farmacêutico aconselhar a cliente quando esta não quer que ninguém saiba o que está a comprar, a venda de pílulas anticoncecionais de emergência tem o seu próprio risco. "Todos os dias recebo mulheres que tomaram essas pílulas, mas ainda ficaram grávidas. 

As pílulas anticoncepcionais de emergência têm inúmeras implicações para a saúde - sangramento irregular, alteraçãos do período menstrual, etc", disse a Dra. Rishma Dhillon Pai, segundo cita o DNA India. E acrescenta que se não conseguir aconselhar melhor, o farmacêutico deve pelo menos pedir à mulher para visitar um ginecologista no prazo de dois a três dias após ter tomado essa pílula. (Noticias ao Minuto)
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