Atenção população do Mucambo e Barrocão de Baixo, lugar de lixo é no lixo

Vivemos em uma sociedade que cada qual age conforme seus interesses não observando que a sua liberdade só vai até onde a do próximo começa. Quantos artigos, informes e noticiários serão preciso para educar uma população que insiste em ser “MAL EDUCADA”, quantas doenças mais terão que matar ou deixar pessoas nas filas desses hospitais, quantos noticiários devem informa o que desde os pais ensinam dentro de casa, as escolas educam, os meios de comunicação alertam sobre o que o lixo pode ocasionar quanto a mal compostagem.
Não é porque você suporta viver em meios a pilhas de lixos que os que fazem ou agem certo são obrigados a conviver com essa situação. De um modo geral a cidade de Barreiras-Bahia precisa educar seus moradores quanto aos seus lixos, que inevitavelmente são jogados nas vias públicas, fora dos horários e dias de recolhimento ou ainda usam lotes baldios para fazerem seus depósitos particulares.

 Vamos ter consciência antes de tudo, para que possamos ter consciência cidadã. E muito desagradável passar nessas vias e ver a situação que encontramos. E o pior, não existe poder público que venha a dar conta da estupides de um ser humano que sabe exatamente dos dias, horários em que seus lixos devem ser recolhidos, e fora desses dias existem inúmeros pontos de coletas espalhados em Barreiras – “as casinhas verdes” como muitos chamam. Eu gostaria de pedir a população como um todo: que cada um faça a sua parte e evitem essas situações.








E quanto ao que venho me indignando, é a situação da estrada vicinal que liga Mocambo a Barrocão de Baixo, onde os maiores trechos são de ocupações de chácaras particulares e na sua maioria pessoas que dizem ser educadas. Não estou presenciando essa situação por parte dos chacreiros, aos quais curtem suas beiradas de rios aos finais de semanas e no fim dessas curtições não sabem darem destinos aos seus lixos de forma adequada, na maioria das vezes utilizam outro espaço de terra para transformarem em aterros sanitáriosparticulares Eu lhes pergunto: o que custa carregar um saco de lixo até a cidade e despacha-los em locais corretos? Será que sua saúde não vale a pena no futuro?E a saúde de quem mora nesses locais e têm que conviver com essa situação! Vamos pensar principalmente no próximo, mesmo que esse próximo não seja um familiar. A situação não só voltara contra quem faz, mais contra um coletivo que INFELIZMENTE pagam pelo descaso de ALGUNS. 

São garras, sacos, vasilhas de alimentos, latas, papeis de todos os tipos, roupas, alimentos estragados, animais ou vísceras dos mesmos, em fim. Lixo que só está armazenado nos lotes, chácaras, beiras de estradas a espera de que um terceiro venha e recolha como estamos fazendo e alertado para que não façam mais, ou como a maioria faz quando não suporta mais vez a situação: colocam fogo, e aí mora outro problema, os locais estão arrodeados de mato seco a espera de uma fagulha para se alastrar nos terrenos, ultrapassando cercas, plantios, matando animais silvestres, devastando tudo o quanto ele alcançar. E essa situação ninguém arca com os prejuízos ocasionados. A perda de um plantio de capim de corte, postes de cerca, maqueiras que levam agua até os animais dessas propriedades, são inúmeros os fatores que ninguém imagina que venha ocasionar por falta de uma atitude inconsequente, mal-educada e porque não dizer no ditado popular “Pare de olhar só para seu umbigo”. 

E para quem desconhece o fato é que o ato é penalizado: onde prevê na lei municipal sancionada pelo prefeito Antônio Henrique o Projeto de Lei nº 73 de 28 de Agosto de 2013, de autoria do vereador Lúcio Carlos, que dispõe sobre aplicação de multa ao cidadão que for flagrado jogando lixo nos logradouros públicos, fora dos equipamentos destinado para este fim. enviado por um leitor
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