Sem nudez, vendas da 'Playboy' nos EUA crescem quase 30% em seis meses

As vendas da revista masculina "Playboy" nos Estados Unidos cresceram 28% nos primeiros seis meses do seu novo formato, sem nudez nas páginas. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (14) pela agência de notícias EFE. O número de assinaturas do título, no entanto, recuaram 23%. De acordo com a empresa de auditoria Alliance for Audited Media, nos
últimos seis meses foram vendidos mais de 47 mil exemplares em média. "Estamos contentes com o número de novos assinantes, que somam mais de 100 mil desde o início do ano, o que indica que a revista está começando a gerar interesse em um novo grupo de leitores", disse um porta-voz da "Playboy" ao "New York Post". A nova "Playboy" chegou às bancas em março.

A revista anunciou há cerca de um ano as mudanças editoriais e explicou que as mudanças de rumo foram provocadas pela facilidade de encontrar conteúdos eróticos na internet. 

A revista foi fundada em 1953 pelo empresário Hugh Hefner, e a primeira estrela a aparecer na capa foi Marilyn Monroe, completamente vestida. Desde então, posaram atrizes, modelos e cantoras como Cindy Crawford, Madonna, Kim Kardashian e Kate Moss. A recordista de capas, no entanto, continua sendo Pamela Anderson, que apareceu 14 vezes. (Correio)
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