domingo, maio 13, 2018

Caixa estuda contratar 150 mil unidades do Minha Casa, Minha Vida neste ano

Após quase um mês da redução dos juros de financiamento imobiliário, a Caixa Econômica Federal não prevê nova baixa. Em abril, o banco reduziu em 1,25 ponto percentual as taxas mínimas para o Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Por outro lado, a instituição estuda 150 mil unidades habitacionais no Brasil ainda neste ano.


Segundo o presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza, a instituição prospecta um acréscimo na meta física de unidades habitacionais para o Brasil em 2018, o que seria o equivalente entre 100 mil a 150 mil unidades. “Estamos verificando preço e se é possível lançar”, ponderou o gestor, em entrevista no evento com o Banco do Nordeste (BNB). Os presidentes das instituições assinaram ontem protocolo de intenção para compartilhar a rede de atendimento das Casas Lotéricas com os clientes do BNB.

No Ceará, de acordo com a Caixa, foram contratadas 102.290 unidades pelo Minha Casa Minha Vida (MCMV) até 31 de março deste ano, totalizando mais de R$ 8,3 bilhões. As entregas somam 84.882 imóveis. O programa foi lançado em 2009 e ao longo desse período foram contratadas mais de 4,4 milhões habitações no Brasil, sendo mais de R$ 371 bilhões. As entregas totalizam 3.570.907 unidades.

Com a retomada das obras do MCMV, o presidente da Caixa destaca que o Ceará será um dos estados mais beneficiados. O programa já favoreceu mais de 17, 8 milhões de pessoas em todo o Brasil e mais de 409 mil no Estado. Quanto à nova diminuição de juros para habitação, Nelson não prevê nada no curto prazo. As taxas são definidas em função da demanda, do nível de inadimplência e considera os riscos atribuídos ao crédito.

No dia 16 de abril, a Caixa reduziu de 10,25% ao ano para 9% ao ano as taxas mínimas para o SFH, que financia imóveis de até R$ 800 mil no Estado. Baixou também de 11,25% ao ano para 10% ao ano os índices para o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que financia qualquer valor. A redução movimentou o mercado, forçando outras instituições a baixarem juros.

Avaliando o spread bancário, o presidente da Caixa observa tendência de queda, mas diz que o mercado espera uma redução maior. O spread consiste na diferença entre o que os bancos pagam para captar dinheiro e o que ganham ao emprestar. Quando o índice é alto, impede que o crédito ao consumidor seja menor.

Como fator positivo para melhorar o crédito, Nelson aponta o Cadastro Positivo, que prevê a inclusão automática de consumidores em um “registro nacional” de bons pagadores. O gestor acredita que isso irá injetar 22 milhões de novos clientes, com a tendência de alta do crédito na faixa de R$ 1 trilhão.


ÍNDICES DOS SISTEMAS

A Caixa reduziu de 10,25% ao ano para 9% ao ano as taxas mínimas para o SFH. Baixou também de 11,25% ao ano para 10% ao ano os índices do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).  

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