Depois do diesel, governo estuda uma forma para acabar com reajustes diários na gasolina - Blog Barreiras Noticias || O Vlog do oeste da Bahia

Depois do diesel, governo estuda uma forma para acabar com reajustes diários na gasolina

Em meio à crise da paralisação dos caminhoneiros que pôs em causa a política de preços da Petrobras, levando à troca de comando da estatal, o governo estuda a criação de um mecanismo para acabar com os reajustes quase diários da gasolina, sem impactar nas receitas da estatal, anunciou o Ministério de Minas e Energia (MME), em nota.


Segundo o órgão, técnicos do MME e do Ministério da Fazenda, que integram o grupo de trabalho criado para discutir "uma política de amortecimento de preços dos combustíveis que chegue ao bolso do consumidor", têm reunião marcada nesta segunda-feira (4).

O acordo com os caminhoneiros deixou o preço do diesel congelado por 60 dias e, após esse prazo, as variações serão mensais, com subsídio da União para que o caixa da Petrobras não seja prejudicado. Já a gasolina segue flutuando, em linha com as oscilações no preço do barril do petróleo e do dólar. Em um mês, o combustível acumula alta de 11,29%. O último aumento foi no sábado (2), quando o litro da gasolina A subiu 2,25%, passando de R$ 1,9671 para R$ 2,0113. É a segunda alta em três dias depois de cinco reduções consecutivas do preço. Só em maio, foram 11 reajustes para cima e cinco para baixo.

Agora, a intenção é incluir criar um mecanismo para outros combustíveis, como a gasolina, que proteja o consumidor final da volatilidade. A pressão por mudanças na política de reajustes da gasolina ganhou espaço após a greve dos caminhoneiros às vésperas das eleições de outubro.

Segundo o MME, o grupo de trabalho vai convidar especialistas no assunto para ajudar a construir uma solução que permita, por um lado, a continuidade da prática de preços livres ao produtor e importador e, por outro, o amortecimento dos preços ao consumidor.

Para cumprir a promessa feita na sexta-feira (1) de não mexer na política de preço da Petrobras, criada em 3 de julho de 2017, ao anunciar o nome de Ivan Monteiro para o lugar de Pedro Parente na estatal, e ao mesmo tempo amortecer as altas, o presidente Temer deve mexer na tributação dos combustíveis e deixá-la flutuante.

A ideia em estudo é estimar um preço médio para a cotação do barril, de US$ 60, por exemplo, e passar a adotar um regime flutuante de tributação. Se o preço do barril ultrapassar este patamar, os impostos incidentes sobre o produto serão reduzidos pelo governo. Já se o valor do barril baixar além disso, a carga tributária poderá subir para compensar as perdas de arrecadação dos dias em que o valor esteve acima do preço médio estipulado pelo governo. 

Os governadores também serão chamados a colaborar com esse plano, na tentativa de reduzir a carga de ICMS sobre o preço final para o consumidor, segundo o jornal "O Globo".

 Na sexta-feira (1), o secretário de MME, Márcio Félix, afirmou que o governo deve estabelecer uma nova política ainda este ano.   

Barreiras Notícias / Destak Jornal
Depois do diesel, governo estuda uma forma para acabar com reajustes diários na gasolina Depois do diesel, governo estuda uma forma para acabar com reajustes diários na gasolina Revisado by Oeste Politica on segunda-feira, junho 04, 2018 Classificação: 5

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