segunda-feira, setembro 24, 2018

Japoneses planejam primeiras colônias na Lua em pouco mais de uma década

Em dezembro do ano passado, o presidente americano, Donald Trump, assinou uma ordem executiva para enviar astronautas novamente à Lua, como um passo inicial para uma maior exploração do Sistema Solar. 


A intenção é que o astro mais próximo da Terra sirva como um ponto avançado para missões no espaço sideral. Há também planos para explorar recursos que possam ser encontrados na superfície lunar. 

Em 2009, a sonda espacial japonesa Kaguya pousou na Lua e detectou urânio, tório, potássio, magnésio, silício, cálcio, titânio e ferro nas amostras. Essa descoberta abriu a possibilidade de operações de mineração comercial. 

O obstáculo sempre foi a criação de colônias na superfície inóspita da Lua e como suprir os colonos com a quantidade de energia necessária para manter a vida. 

A Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (Jaxa) também está em fase de planejamento de novas missões à Lua, com o objetivo de determinar com mais precisão a quantidade de recursos disponíveis. Alguns observadores dizem que isso foi motivado pelo sucesso da missão lunar chinesa Coelho de Jade, em 2013.

Especialistas acreditam que há quantidades significativas de água congelada e ferro na Lua, assim como gás hélio-3, que só é encontrado ali e pode ser usado como combustível para desenvolver a tecnologia de fusão nuclear. 

Antes que a prospecção e a exploração de recursos possam começar em grande escala, a infraestrutura necessária para apoiar os colonos humanos da Lua precisa ser instalada.

"Começamos a planejar para seres humanos habitarem a Lua já em 1987, porque acreditávamos que iria chegar a hora em que as pessoas estariam morando lá", diz Hideo Imamura, porta-voz da construtora Shimizu, de Tóquio. 

No momento, a empresa tem três prioridades em seus negócios espaciais. Uma delas é a construção de plataformas e infraestrutura relacionada ao lançamento de foguetes,  inclusive na Lua; a segunda é a utilização de dados de satélites, como informações meteorológicas e canais de telecomunicações; e o terceiro pilar é o desenvolvimento de técnicas construtivas e equipamentos projetados para funcionar na superfície lunar.

Barreiras Notícias / UOL

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