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RIACHÃO DAS NEVES
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sexta-feira, fevereiro 08, 2019

AS 15 EMPRESAS MAIS RICAS DO MUNDO

O que é preciso para uma companhia se tornar uma das mais ricas do mundo? Ajuda ser um banco, especialmente se for de propriedade do governo da China. As instituições financeiras do país oriental ocupam as duas posições do topo da lista de 2000 mais ricas empresas do mundo em 2018, segundo a Forbes (e também aparecem adiante nas demais).
Os bancos ocupam nove das 10 principais posições do ranking, mostrando que o setor financeiro goza de muito boa saúde depois do período difícil que enfrentou com a crise de 2008. Outros gigantes corporativos incluem empresas de tecnologia, energia, seguros e montadoras.

Confira a seguir:

1º ICBC: O banco da indústria e comércio da China é o maior do mundo em ativos (US$ 2.311,40 bilhões, ou mais de R$ 8 trilhões). Os quatro maiores bancos chineses foram cooptados pelas ações de Pequim no sentido de eliminar o alto risco dos empréstimos e financiamentos, que colocaram em um alto nível de endividamento tanto o governo quanto as empresas. Ao pressionar os custos interbancários de financiamento para cima, o governo sobrecarregou pequenos mutuários e ajudou grandes bancos, que podem aproveitar os pequenos depósitos para emprestar a instituições menores.

2º China Construction Bank:
Fundado como Banco da Construção do Povo da China em 1954, o gigante ofereceu recursos para enormes projetos de infraestrutura tocados pelo estado, antes de começar a emprestar também para outros clientes. Hoje, o CCB angariou mais de 3,48 milhões de clientes corporativos e 314 milhões de pessoas físicas, com ativos de US$ 3.397,47 bilhões (mais de R$ 10 trilhões), e continua a expandir seu alcance para o exterior. De maneira pioneira, neste ano o CCB deu início a um processo de abertura de agências operadas por robôs, usando inteligência artificial e tecnologia de reconhecimento facial.

3º JPMorgan Chase:
O JP Morgan Chase é o maior e mais lucrativo banco dos EUA em termos de vendas, valor de mercado e ativos. O banco busca lucrar ainda mais na administração Trump, em que as altas taxas de juros e baixos impostos para empresas devem injetar um faturamento bruto estimado em US$ 7 bilhões (quase R$ 26 bilhões) nos resultados pelos próximos anos. A posição da instituição financeira em terceiro lugar se dá apesar de uma perda de US$ 6,2 bilhões, devido ao escândalo que ficou conhecido como “Baleia de Londres”.

4º Berkshire Hathaway: Administrada pelo CEO Warren Buffet, a empresa com sede em Omaha é uma provedora de seguros de propriedades e contra acidentes, serviços públicos e energia, transporte ferroviário de carga, finanças, fabricação e serviços de varejo. Mesmo cercado de especialistas em finanças, Buffet e a Berkshire não ficam imunes às altas e baixas do mercado. As ações da empresa despencaram 4,9% em outubro, no dia em que a bolsa Dow Jones derreteu 800 pontos e o terceiro homem mais rico do mundo perdeu cerca de US$ 4,5 bilhões (R$ 16,5 bilhões) em 24 horas.

5º Banco Agrícola da China:
O banco agrícola da China fornece produtos e serviços corporativos e no varejo dentro do território chinês e no exterior. O banco opera através de seu departamento corporativo, de pessoa física e no segmento de operações com o tesouro. No ano passado, o quarto maior banco do estado chinês foi punido com uma multa de 19,5 milhões de iuanes (mais de R$ 10 milhões), e teve quatro dos seus funcionários banidos permanentemente do setor bancário por causa de um bilionário escândalo de fraude envolvendo suas operações de compra reversa.

6º Bank of America: Fundado por Amadeo Peter Giannini em 1904 e com sede em Charlotte, Carolina do Norte, o Bank of America ostenta US$ 2,32 bilhões (R$ 8,58 bilhões) em ativos. Suas operações incluem serviços bancários para o consumidor, administração de ativos e investimentos globais, mercados globais, ativos legais e divisões de serviço. O Bank of America está associado decisivamente à crise financeira de 2008, quando recebeu um aporte do governo, por suas próprias ações e pelas de duas empresas que adquiriu em 2008: Countrywide Financial e a Merrill Lynch.

7º Wells Fargo: Com uma capitalização de mercado de US$ 266,8 bilhões (mais de R$ 987 bilhões), o Wells Fargo é o terceiro maior banco dos EUA. É um provedor de serviços bancários, seguros, investimentos, financiamento imobiliário, serviços comerciais e ao consumidor, operando através de suas divisões de comunidade bancária, atacado e de administração de bens e investimentos. Após um escândalo no qual empregados do Well Fargo abriram mais de 3,5 milhões de contas falsas para cumprir com as metas de venda, o banco teve mais dois no ano passado. Recebeu uma multa de US$ 1 bilhão (R$ 3,7 bilhões) por ter tratado mal seus clientes de financiamento, tanto para automóveis como para residências, e uma investigação obrigou o banco a repagar US$ 1,1 milhão (R$ 4 milhões), além de assumir outros US$ 4 milhões (R$ 16 milhões) em multas.

8º Apple: A fabricante de computadores pessoais, dispositivos móveis e de smartphones anunciou um lucro de US$ 62,9 bilhões (R$ 232,73 bilhões) no último quadrimestre, um aumento de 20% nos resultados do mesmo período do ano passado, sendo 61% dos seus ganhos oriundos de vendas no exterior. No ano passado, a Apple confirmou o que muitos dos seus usuários acreditavam, que a empresa desacelerou a performance dos modelos de iPhones mais antigos – uma suposta tentativa de manter sua vida útil mesmo com o envelhecimento das baterias. Entretanto, usuários irritados deram início a mais de 60 processos, alegando que a medida tinha como objetivo forçar a venda de novos celulares.

9º Banco da China: Fundado em 1912, o Banco da China atuou consecutivamente como banco central do país, banco de câmbio internacional e banco especializado em negócios internacionais. Hoje, a instituição estatal é provedora de serviços comerciais e de investimento, além de seguros e aplicações nas divisões corporativa, pessoal, operações com o tesouro, investimento, seguros e outros segmentos. Segundo o site do banco, ele é dedicado ao alcance do “sonho chinês e ao rejuvenescimento da nação”.

10º Seguros Ping An: A maior seguradora chinesa arrecada US$ 94 bilhões (mais de R$ 350 bilhões) em lucro premium e uma capitalização de mercado de US$ 180 bilhões (mais de R$ 666 bilhões). A Ping An deve seus bons resultados em parte porque aderiu cedo os apps para smartphones e suas tecnologias adjacentes, que abarcam tanto inteligência artificial como blockchain. Ela também se desmembrou em mais de 10 startups nos últimos seis anos, incluindo a Pin An Technology, que lidera o setor de fintech.

11º Shell: Com sede em Haia, na Holanda, a centenária petroleira explora reservas de petróleo e de gás natural, através de suas operações nas divisões de Upstream, Gás e Novas Energias e Downstream. Tem ativos de US$ 410,7 bilhões (R$ 1,5 trilhão), vendas de US$ 321,8 bilhões (R$ 1,2 trilhão) e lucros de US$ 15,2 bilhões (R$ 56,2 bilhões). Segundo o jornal Guardian: “desde os anos 1980 petroleiras como a Exxon e a Shell elaboraram relatórios internos que avaliaram os danos do dióxido de carbono liberado na atmosfera provocado pela queima de combustíveis fósseis, prevendo as consequências destas emissões”.

12º Toyota: A Toyota Motor Corp. é a fabricante de carros mais bem posicionada nesta lista, com vendas internacionais na marca de US$ 265,2 bilhões (mais de R$ 987 bilhões). A empresa recentemente tentou recuperar tempo perdido ao se infiltrar na China, o maior mercado consumidor de carros do mundo, apresentando seu novíssimo Corolla—e seu gêmeo chinês exclusivo para o país, o Levin—em uma estreia em Guangzhou horas depois de sua exibição na Califórnia. No segundo semestre do ano passado, a Toyota teve de realizar um recall de mais de um milhão dos seus híbridos por causa de um problema técnico que pode provocar incêndios.

13º ExxonMobil: Fundada por John D. Rockefeller em 1882 e com sede em Irving, Texas, a ExxonMobil trabalha na exploração, desenvolvimento e distribuição de petróleo, gás e de seus derivados. A empresa anunciou um aumento de 57%, ou três quartos nos seus ganhos, para US$ 6,2 bilhões (R$ 23 bilhões), com o maior fluxo de caixa desde 2014. Em outubro do ano passado, Nova York deu início a um processo alegando que a ExxonMobil engendrou um “duradouro esquema fraudulento” para minimizar os riscos colocados ao seu negócio pelas legislações contra mudanças climáticas.

14º Samsung: A gigante sul-coreana de eletrônicos e periféricos fabrica e vende produtos através de suas divisões de Eletrônicos para o Consumidor, Tecnologia da Informação, Mobile e Device Solutions. Com valor de capitalização de US$ 325,9 bilhões (mais de R$ 1,2 bilhão), o preço da ação da Samsung desvalorizou 1,83% para 40 mil won (R$ 120 reais), no início de dezembro, com o desaquecimento do mercado de semicondutores.

15º AT&T: Com sede em Dallas, Texas, a AT&T é provedora de serviços de telecomunicações e entretenimento digital através das suas divisões de soluções de negócios, entretenimento, mobilidade e negócios internacionais. Apesar do valor de mercado de US$ 198,3 bilhões (mais de R$ 733 bilhões), no ano passado iniciou um bilionário esforço para diminuir o quadro de funcionários, após descobrir que cerca de metade dos seus colaboradores não têm atributos que mantenham a competitividade da empresa. (MSN)

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