sexta-feira, fevereiro 01, 2019

Bolsonaro quer reforma com equilíbrio fiscal e sem retirar direitos

A primeira mensagem do presidente Jair Bolsonaro (PSL) ao Congresso Nacional vai abordar a reforma da Previdência, a apresentação de uma lei anticrime e a revisão da lei de
segurança de barragens. O documento, que será lido aos deputados e senadores no próximo dia 7, segundo o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, indica as prioridades do governo no ano legislativo.
Segundo Rêgo Barros, ainda não há uma data certa para a apresentação da reforma da Previdência, principal desafio do governo Bolsonaro durante o primeiro semestre. 

Segundo o porta-voz, Bolsonaro está identificando todas as possibilidades para a reforma da Previdência, seja para os militares, seja para funcionários de outras carreiras. O momento atual, disse, seria de avaliação da estratégia de apresentação do documento. "Essa questão, se ao mesmo tempo, um pouco antes, um pouco depois, é tudo uma questão de d

Na mensagem ao Congresso, Bolsonaro irá propor, segundo o porta-voz, uma Previdência "mais humana, mais justa, que não retira direitos e restabeleça o equilíbrio fiscal". Rêgo Barros não detalhou, no entanto, a proposta. Também não foi mais específico sobre a lei anticrime e a revisão da lei de segurança de barragens. 

O presidente também deve destacar o que chamou de "gargalos logísticos" que, na visão do presidente, atrapalharia o setor produtivo. 

Durante esta quinta-feira, o presidente recebeu o subchefe de assuntos jurídicos Jorge Antônio de Oliveira Francisco, onde assinou três decretos sobre a reestruturação de cargos dos ministérios da Economia, da Casa Civil e da Controladoria-Geral da União. 

Apesar da recomendação dos médicos para que o presidente evite falar nos dias após a cirurgia, Bolsonaro conversou com Oliveira Francisco. "O presidente é difícil, ele já está falando. A despeito do médico dizer para ele ficar calado, ele já está falando", disse Rêgo Barros. 

Rêgo Barros disse que a Presidência da República não comenta denúncias contra ministra Damares Alves. Segundo reportagem da revista "Época", ela teria tirado uma criança indígena de uma aldeia sob a justificativa de lhe proporcionar um tratamento dentário e nunca mais a devolveu. 

Segundo o porta-voz, não há previsão de reunião de Bolsonaro com ministros amanhã. 

Barreiras Notícias  /  Valor

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