Seis meses após saída dos cubanos, cidades baianas lideram falta de médicos no país


Seis meses após a saída dos cubanos no Brasil, a Bahia continua sendo o estado do Brasil com maior déficit de médicos. De acordo com informações do Ministério da Saúde, no final do mês de abril, cento e trinta e duas vagas ainda precisavam ser preenchidas em cidades baianas.

No mesmo mês, os estados de São Paulo (131) e Minas Gerais (103) registraram o segundo e o terceiro maior número de vagas desocupadas.
Presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Eures Ribeiro explica que, com a falta de médicos, moradores do interior do estado ficam sem atendimento ou precisam ir até unidades de saúde de outra cidades.
“Os médicos foram embora e nós ainda não encontrados respostas do Ministério da Saúde. Mesmo que eles abram inscrições, as vagas não vão ser preenchidas, porque os médicos não querem ir para os lugares mais distantes. Agora, tem cidade no interior que não tem médico e a população precisa ir para outro município, prejudicando o atendimento em outras unidades de saúde”, afirma, Eures, que também é prefeito da cidade de Bom Jesus da Lapa.

Fonte: Voz da Bahia
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