Pandemia tem a ver com puladas de cerca? Pesquisa aponta que sim

 

Durante esses cinco meses de pandemia do novo coronavírus, o que mais se ouve por aí é o bom e velho: fique em casa. Todavia, o isolamento social tem estimulado as fugidinhas ou puladas de cerca. É o que afirma uma pesquisa recente realizada pelo site de encontros Dating.com, que traz o índice de 45% das mulheres americanas afirmando terem sido traídas em plena quarentena.

Em entrevista à colunista Mayumi Sato, do portal Uol, a vice-presidente do site, Maria Sullivan, analisa a situação. “O isolamento trouxe uma pressão grande para muitos relacionamentos e colocaram essas conexões à prova. As distrações da vida cotidiana foram removidas durante a quarentena e, infelizmente, muitos casais foram incapazes de redescobrir essa conexão mais profunda”, afirmou.

Sato também comandou a própria pesquisa, por meio do site Sexlog.com – uma rede social de sexo para casais -, para entender mais sobre as escapulidas desde março, quando foi decretado o confinamento no Brasil.

Das 22.461 pessoas que participaram da enquete, 1.438 (aproximadamente 6% do total) afirmaram terem sido traídas nos últimos seis meses.

A descoberta se deu por meios diversos. Em 43% dos casos, um dos parceiros leu conversas online do cônjuge. Em 21% das vezes, quem traiu tomou a dianteira e admitiu a relação extraconjugal. A pessoa traída ouviu de terceiros sobre o affair em 13% das situações. Os flagras, por sua vez, somaram 12%. Já 11% do público consultado não deu detalhes sobre como chegou à verdade.

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