Das 450 milhões de  cédulas de R$ 200 impressas no ano passado, 57,6 milhões, equivalente a 12,8%, estavam em circulação até a sexta-feira, 12, segundo o Banco Central (BC).

As notas que  não estão nas mãos da população ficam com o governo. O BC diz que libera as cédulas para circulação conforme a demanda, e que o ritmo atual está dentro das expectativas.

“O ritmo de utilização da cédula de R$ 200 vem evoluindo em linha com o esperado, e deverá seguir em emissão ao longo dos próximos exercícios”, informou a instituição ao G1.

A nota de 200 reais foi lançada em setembro de 2020, em plena pandemia de Covid-19. É a primeira nota da família do Real a ser lançada em 18 anos. A última havia sido a de R$20, em 2002.

A nova nota, apesar da sua baixa utilização, é a que custa mais caro . Ano passado, o BC desembolsou cerca de R$ 146 milhões na produção das 450 milhões de unidades, ao preço de R$ 325 por milheiro,

Na cédula de R$ 200, diz o BC, optou-se pela manutenção de elementos de segurança já existentes nas cédulas da segunda família do real.

(A Tarde)