
"A bala está até hoje na minha cabeça. Na época de moleque, fui na casa de um amigo acompanhado de um outro amigo. Quando chegamos lá, esse meu amigo foi mostrar as armas que a família dele tinha penduradas na parede. Ele pegou uma delas e brincou: 'Já pensou se tivesse uma bala...'", iniciou Maicon .
"E tinha mesmo. A arma foi disparada na direção da minha cabeça. Não pude tirá-la porque está entre o nervo da visão e o da audição. Na hora em que foram abrir, o médico disse que não poderia tirar. Se tirar, fico cego ou surdo. Aí deixei. Só preciso ter cuidado para não bater uma bola ou coisa assim porque pode deslocar a bala", completou Maicon. Fonte: IG