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Mourão descarta convulsão em atos do 7 de Setembro: “Fogo de palha” ~ Blog Barreiras Noticias | Oeste Baiano no Geral

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), descartou a possibilidade de convulsão social no país, por ocasião de atos pró-governo que estão sendo convocados para o dia 7 de setembro em várias capitais.

“Isso aí tudo é fogo de palha. Zero preocupação”, disse o general, ao chegar em seu gabinete na Vice-Presidência nesta segunda-feira (23/8).

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Os atos nas capitais estão sendo organizados por apoiadores do governo federal, com incentivo do chefe do Executivo nacional. Bolsonaro afirmou que vai participar dos atos – pela manhã, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília; e à tarde, na Avenida Paulista, em São Paulo.

No fim de semana, o chefe do Comando de Policiamento do Interior-7 da Polícia Militar de São Paulo (PMSP), Aleksander Lacerda, convocou “amigos” para a manifestação pró-governo. Ele foi afastado nesta segunda da PMSP “por indisciplina”, de acordo com o governador do estado, João Doria (PSDB).

Mourão pontuou que qualquer pronunciamento de caráter político está sujeito ao regulamento disciplinar da PM. Uma reunião do comando-geral da PM foi convocada para as 10h30 desta segunda-feira (23/8) e pode determinar outras punições a Lacerda.

“Olha, todo pronunciamento de caráter político por um militar da ativa – no caso aí, desse coronel – está sujeito ao regulamento disciplinar. O regulamento disciplinar das polícias militares é muito similar ao das Forças armadas. Então, o comando da Polícia Militar de São Paulo deve estar tomando as providências a esse respeito”, afirmou o vice.

Lacerda era chefe do Comando de Policiamento do Interior de São Paulo. Como tal, tinha sob suas ordens sete batalhões da PM paulista, com tropa total de cerca de 5 mil homens.

O coronel fez diversas manifestações em conta no Facebook. Ele já chamou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), de “covarde” e afirmou que Doria é uma “cepa indiana”.

A conta no Facebook era aberta e as postagens de Lacerda, públicas. No entanto, após a Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo ser procurada para comentar o caso, o coronel fechou o perfil. (Metrópoles)