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Brasileiro gasta 3% do salário para comprar 1kg de carne ~ Blog Barreiras Noticias | Oeste Baiano no Geral

Já não é novidade para ninguém que colocar carne na mesa se tornou uma tarefa árdua para os brasileiros no último ano, por isso o CUPONATION, plataforma de descontos online e integrante da alemã Global Savings Group, levantou o desdobramento do valor da carne no Brasil e no mundo.

O Brasil sempre foi conhecido internacionalmente como um dos maiores países de criação de gado. Mesmo assim, o preço da carne de boi teve alta de mais de 17% apenas em 2021, de acordo com a consultoria de Letras de Crédito Imobiliário e Agropecuário.

Crescendo de forma exponencial e descontrolada no primeiro semestre, cada vez mais cidadãos estão substituindo a proteína da carne pela do ovo, por exemplo, já que sai mais barato.

Divulgando um estudo internacional no Brasil, o CUPONATION registrou que nosso país está presente no ranking das nações com o quilo da carne vermelha mais cara do mundo. Ocupando o 77º lugar da lista em 2021, os brasileiros estão pagando em média R$38,90, representando 3,54%, por peça, do salário mínimo brasileiro de R$1.100 (IBGE).

Comparando o resultado com o de um ano atrás, feito pela mesma companhia, o dado é extremamente preocupante: em 2020, o Brasil possuía a carne bovina mais barata do mundo, período em que desembolsava R$26, 79 por cada 1kg vendido – o que significa que a média do preço da carne cresceu 45,20% em 1 ano.

Com 109 nações participantes da pesquisa, a europeia Suíça está no topo do ranking, com os indivíduos pagando R$288,64 pelo mesmo pedaço. Em contrapartida, o país que ficou em último lugar na pesquisa é o Paquistão, que cobra por volta de R$19,21 no quilo. Confira o ranking completo no infográfico interativo do CUPONATION.

Filtrando o levantamento para os países localizados na América Latina, também foi constatado que, dentre 9 nações, o Brasil é o 3º país com a carne bovina mais cara da LATAM. Chile aparece em primeiro lugar, enquanto a Colômbia estacionou em último lugar. (Bahia Economia)