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Familiares e amigos do médico fuzilado na Barra pedem prisão dos responsáveis ~ Blog Barreiras Noticias | Oeste Baiano no Geral

 Em que pese o autor dos quatro disparos e mais três envolvidos tenham sido presos, o crime segue sem respostas tendo em vista que o contratante – Diego Santos Silva (Diego Cigano) – continua foragido, mesmo com mandado de prisão temporária expedido contra ele em 29 de setembro.
O fato de o mandante do crime seguir em liberdade, circulando nas sombras sem qualquer restrição, tem nos deixado em constante estado de alerta e sentimento de impunidade.

E mais: o assassinato de uma pessoa à luz do dia, em seu local de trabalho, na frente de outras pessoas, incluindo uma criança, é algo que desencadeia uma sensação de insegurança coletiva. Quem será a próxima vítima? Qual família será a enlutada da vez?
O desespero compartilhado ganha força pelo fato de que o foragido apontado como contratante do assassinato do pediatra Júlio César Teixeira tem seu nome relacionado a muitos crimes na região.

Diante de todo esse cenário, a família do Dr. Júlio César de Queiroz Teixeira reitera a confiança no trabalho desempenhado até aqui pela equipe da Polícia Civil à frente do caso, sob coordenação dos delegados Jenivaldo Rodrigues, da Delegacia Territorial de Barra, e Ernandes Reis dos Santos, coordenador do 14º Coorpin/Irecê, que em poucos dias conseguiu encontrar, apreender e interrogar o executor e suspeitos de participação no crime.

No entanto, constata-se que a estrutura disponibilizada chegou ao limite para que a investigação avance daqui para frente.
Por isso, vimos por meio desta nota clamar às autoridades públicas do Estado da Bahia (Governo da Bahia, Secretaria de Segurança Pública, Ministério Público do Estado, Polícia Civil) que reúnam esforços conjuntos, com estrutura adequada para elucidar esse crime bárbaro.

Acreditamos que as respostas para o assassinato do pediatra Júlio César contribuam para desmantelar toda uma cultura do extermínio que segue impune fazendo vítimas na região de Barra. É preciso dar um basta no COMÉRCIO DA MORTE que vem dilacerando famílias no semiárido baiano!
Fonte:Jornal O Expresso