Dr. Marcos Pires é um profissional da saúde e de uma família toda atuante na área de saúde. Com isso, Marcos ver de forma ainda mais grave a situação do serviço de saúde prestado pela prefeitura Municipal de Barreiras. 

A população tem clamado por melhorias, vivenciando uma situação onde não se tem acesso ao "básico do básico" para ter o mínimo de dignidade. Filas assolam todos os Posto da Saúde Básica, onde conseguir marcar uma cirurgias são quase um milagre, e a quantidade de médicos especialistas disponíveis não são suficientes. 

Além de tudo isso, a pandemia do Coronavirus escancarou ainda mais a falta de comprometimento com a população pela a atual gestão municipal. Com milhões de recursos recebidos por meio do Governo Federal e Estadual, a população de Barreiras não conseguiu entender o plano de ação de combate à pandemia, o qual deixou diversos comerciantes prejudicados, e principalmente, diversas famílias enlutadas com o número superior a mais de 300 mortos por conta do Coronavirus. 

Hoje os Barreirenses só podem contar com o serviço de saúde 24hs do Hospital do Oeste e da UPA, ambos de iniciativa do GOVERNO DO ESTADO, o qual tem garantido importantes investimentos. A ampliação do HO, a abertura de novos leitos permanentes, a criação da policlínica e o centro de oncologia são exemplos de políticas públicas efetivas, que existem, são possíveis e que já é realidade para a cidade de Barreiras. Enquanto isso, o Hospital Eurico Dultra continua sem funcionar 24hs como sempre funcionou atendendo a população, a unidade de Saúde Emilly não é de exclusividade para as crianças e a Prefeitura continua pagando uma fortuna no aluguel de UTI em hospital particular. 

“Esses são só a ponta do iceberg do descaso com a nossa gente. O reflexo de uma gestão ma planejada e que infelizmente coloca muitos profissionais em situação difícil, o que acarreta diretamente nas dificuldades vivenciadas por toda a população. Acredito que é preciso o quanto antes resgatar um serviço humanizado e de prevenção que venha a beneficiar toda a nossa gente, com dignidade.”

ASCOM