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  • Amapá é o único estado do país a registrar queda real na taxa de desemprego no 1º trimestre ~ Blog Barreiras Noticias | Oeste Baiano no Geral

     

    A taxa de desocupação do 1º trimestre de 2022 calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e publicada nesta sexta-feira (13), detalhou que o Amapá foi o único estado do país com queda real no índice de desempregados, reduzindo 3,3 pontos percentuais, de 17,5% para 14,2% entre dezembro de 2021 e março deste ano.

    Todos os outros 26 estados do país ficaram em situação estável, inclusive a média nacional de 11,1%. Com a queda no desemprego no 1º trimestre, o Amapá deixou a condição de ter a maior taxa de desocupação do país, posto que passa a ser da Bahia, com 17,6%.

    Atualmente, o estado tem 55 mil habitantes acima de 14 anos em situação de força de trabalho, mas fora do mercado.

    Apesar de o estado ter reduzido a taxa de desempregados, a queda não necessariamente está ligada a geração de novos postos de trabalho, pois eram 419 mil amapaenses empregados em dezembro contra 388 mil em março, detalha o IBGE.

    Entre os dados que podem contextualizar, está a alta no número de desalentados, que são aquelas pessoas acima de 14 anos que desistiram de procurar emprego: esse total subiu de 19 mil para 24 mil, alta de 25%.

    A população fora da força de trabalho também aumentou: de 258 mil para 285 mil (10,4%).

    Os dados mostraram ainda que o Amapá manteve a maior proporção de pessoas que trabalham por conta própria: 35,9%, percentual bem acima da média nacional, de 26,5%.

    Veja outros dados da pesquisa:

    O estado tem ainda cerca de 1 a cada 4 trabalhadores (23,8%) dentro da chamada taxa de subutilização, ou seja subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada;

    O percentual de empregados com carteira assinada era de 72,4% dos empregados do setor privado no Amapá;

    A taxa de informalidade no estado foi de 46,3% da população ocupada;

    O rendimento médio real mensal habitual foi estimado em R$ 2.295, ficando estável na comparação com o 4° trimestre de 2021. (G1).

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