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  • Pesquisa eleitoral 2022: Lula tem 45% e Bolsonaro mantém 32%, aponta Datafolha ~ Blog Barreiras Noticias | Oeste Baiano no Geral


     A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º) mostra que o ex-presidente Lula (PT) oscilou dois pontos para baixo, ficando com 45% das intenções de voto à presidência da República.

    Já Jair Bolsonaro (PL), atual presidente e candidato à reeleição, manteve-se com 32%. Ciro Gomes (PDT) possui com 9%. Simone Tebet (MDB) tem 5%.

    Na pesquisa anterior, divulgada em 18 de agosto, Lula já aparecia com 47% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro tinha 32%. Já Ciro Gomes oscilava para 7%, enquanto Simone Tebet (MDB) tinha 2%.

    Em maio, a distância entre Lula e Bolsonaro era de 21 pontos. Em julho, era de 18, caindo para 15 em agosto. Agora, é de 13 pontos.

    Soraya Thronicke (União), Pablo Marçal (PROS) — que teve sua candidatura retirada pelo partido, mas ainda constava no questionário do Datafolha — e Felipe D'Ávila (Novo) aparecem com 1%. Outros candidatos não chegaram a 1%. Brancos e nulos somam agora 4%. Eram 6% há duas semanas. Foram 2% os que disseram não saber ou não responderam.

    A nova pesquisa capta o efeito do início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV, que começou a ser veiculada na sexta-feira (26).

    A pesquisa ouviu 5.734 pessoas em 285 municípios entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-00433/2022.

    Intenção de voto estimulada no 1º turno:

    Lula (PT): 45%

    Jair Bolsonaro (PL): 32%

    Ciro Gomes (PDT): 9%

    Simone Tebet (MDB): 5%

    Soraya Thronicke (União Brasil): 1%

    Pablo Marçal (PROS): 1%

    Felipe d'Avila (NOVO): 1%

    Vera (PSTU): 0%

    Sofia Manzano (PCB): 0%

    Constituinte Eymael (DC): 0%

    Léo Péricles (UP): 0%

    Roberto Jefferson (PTB): 0%

    Em branco/nulo/nenhum: 4%

    Não sabe: 2

    Pesquisas eleitorais, como saber em quais posso confiar?

    Em meio a essa diversidade de levantamentos existentes no Brasil, muitos eleitores não sabem em quais resultados acreditar.

    No primeiro dia do ano passou a ser obrigatório o registro junto à Justiça Eleitoral de qualquer pesquisa pública relacionada às eleições. Porém, se uma pesquisa está registrada não necessariamente significa que ela será confiável, isso porque não há nenhum tipo de fiscalização prévia sobre a metodologia desses levantamentos.

    Atualmente, a confiabilidade das pesquisas é garantida no Brasil por meio da transparência. Nome do contratante, valor cobrado pela pesquisa, origem dos recursos investidos, metodologia, período de realização, sistema de fiscalização da coleta de dados e questionário aplicado são algumas das informações que devem ser cadastradas junto à Justiça Eleitoral, tornando as pesquisas passíveis de contestação, caso qualquer irregularidade seja encontrada posteriormente. (Yahoo).

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