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  •  Um pintor de 49 anos ficou detido por 18 dias após ser preso por engano quando seu nome foi usado por outro homem em um crime de furto qualificado. A confusão surgiu em um mandado de prisão que, na verdade, era destinado a Raimundo Barros dos Santos, que havia se identificado como Fernando Silva Santos durante a prisão inicial.

    Segundo relatos, o pintor foi abordado pela polícia enquanto trabalhava em um hotel em Feira de Santana. Ele afirmou que nunca esteve em Salvador, onde o crime original ocorreu, e que o inequívoco erro de identidade o levou a uma prisão injusta.


    Um laudo do Instituto de Identificação Pedro Mello, produzido já em 2015, confirmou que o autor do crime era Raimundo e não Fernando. Com base nisso, a 15ª Vara Criminal de Salvador reconheceu a falha judicial e determinou a libertação do pintor.

    De acordo com seu advogado, a família pretende buscar reparação judicial pelo erro: “Foi angustiante. Ele é um pai de família, trabalhador, e sempre viveu honestamente”, relatou.

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