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  • A Construtora Ribeiro Teixeira (CRT), responsável pela execução da Escola Municipal Maria da Conceição, divulgou nesta terça-feira (2) um comunicado público para esclarecer informações veiculadas recentemente sobre a paralisação das obras.
    De acordo com a empresa, a interrupção não ocorreu por falhas estruturais, problemas técnicos, falta de materiais ou descumprimento contratual por parte da construtora, mas exclusivamente por pendências adminicstrativas relacionadas aos repasses financeiros provenientes do Governo do Estado da Bahia.
    Segundo o proprietário da empresa, Antocilvo Ribeiro Teixeira, e o engenheiro José Teodoro — responsáveis diretos pela obra —, o Estado continua cobrando a prestação de contas referente ao mês de novembro de 2024, documento que integra a última etapa da gestão
    municipal anterior. Enquanto essa análise não é concluída, os repasses estaduais permanecem bloqueados, impedindo o andamento normal da construção. Os representantes afirmam que a última parcela recebida foi em março de 2025, e desde então as demais remessas não foram liberadas.
    A CRT também reforça que todas as contrapartidas da Prefeitura de Correntina estão em dia, incluindo adequações complexas realizadas no início da obra, como:
    ● reforço de fundação,
    ● construção de cortina de contenção,
    ● adequação estrutural da piscina,
    ● reforço e execução completa do piso e da iluminação da quadra,
    ● pintura e manutenção da estrutura metálica.
    Toda a documentação técnica — medições, relatórios fotográficos, laudos, visitas de fiscalização e dossiês de obra — já foi enviada pelo município e pela construtora, e os relatórios da fiscalização realizada por equipes da Secretaria Estadual e da CONDER foram aprovados.
    Outro ponto esclarecido pela CRT é o aditivo contratual assinado no dia 26, que não acrescenta recursos financeiros ao projeto, mas apenas prorroga o prazo de vigência do contrato, condição obrigatória para que a empresa possa receber recursos pendentes quando forem liberados.
    A construtora destacou ainda que a obra está apta a receber os pagamentos restantes e que, tão logo o Estado conclua a análise do processo, será possível retomar imediatamente os trabalhos. A empresa afirma que, com o fluxo regular de repasses, a escola pode ser concluída em cerca de três meses.
    “Seguimos com o mesmo compromisso profissional com Correntina, com os alunos e com toda a comunidade. É uma obra moderna, importante e tecnicamente aprovada. O que falta agora é a liberação dos repasses estaduais para garantir sua continuidade”, afirmam os
    representantes da CRT.


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