
O presunto e outras carnes processadas passaram a integrar o Grupo 1 de carcinogênicos, segundo a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS). A classificação reacendeu discussões sobre os impactos desses alimentos na saúde, especialmente em 2026.
Estar no Grupo 1 significa que há evidências científicas suficientes de que o alimento pode causar câncer em humanos, principalmente o câncer colorretal. No entanto, especialistas reforçam que isso não quer dizer que o presunto seja tão perigoso quanto o cigarro. A categoria indica o nível de comprovação científica, e não a intensidade do risco.
O problema está ligado, sobretudo, ao consumo frequente e excessivo. Carnes processadas contêm nitritos e nitratos, conservantes que podem se transformar em substâncias nocivas no organismo, capazes de danificar o DNA das células. Além disso, dietas ricas em ultraprocessados costumam ter pouca fibra e antioxidantes, o que aumenta o risco de doenças.
Já o tabagismo segue sendo um dos maiores fatores de risco para diversos tipos de câncer, especialmente o de pulmão, com impacto muito mais grave e direto na saúde.
Especialistas recomendam moderação no consumo de embutidos, priorizando uma alimentação baseada em frutas, legumes, verduras e cereais integrais, além da prática de atividade física e manutenção do peso saudável.
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