O hospital Vila Nova Star, onde o presidente Jair Bolsonaro (PL) foi internado, e o Planalto ainda não esclareceram sobre os custos do avião que transportou o médico Antônio Luiz Macedo das Bahamas para atender o mandatário em São Paulo, no início deste ano.

De acordo com informações do Uol, ainda é um mistério o valor da viagem e quem vai pagar a conta.

Segundo a publicação, a filha do cirurgião, Beatriz Macedo Lopes, informou que o hospital enviou o avião para buscar o pai. “Não foi avião da FAB, não foi avião pago pelo governo, nada disso”, disse ela, à época. Procurados pelo site, entretanto, tanto o hospital quanto a Secretaria-Geral da Presidência República não explicaram quem bancou o avião.

A assessoria do Vila Nova Star se negou a responder os questionamentos relativos à viagem, incluindo trajeto percorrido, quem seria o dono da aeronave e o valor gasto. Segundo o Uol, o hospital também não informou se os custos são passíveis de serem ressarcidos pela Presidência ou se há a intenção de cobrar a conta do governo federal.

A Secretaria-Geral da Presidência, por sua vez, afirmou que “não dispõe de informações sobre o meio de transporte utilizado pelo médico no seu deslocamento para o local de trabalho”. De acordo com orçamentos realizados pela Folha de S. Paulo com duas empresas, os custos de um voo fretado das Bahamas para São Paulo podem ser de R$ 340 mil e R$ 680 mil.