
Um protesto inusitado chamou atenção em Washington, D.C. após o ativista Guido Reichstadter escalar a Frederick Douglass Memorial Bridge e acampar no topo da estrutura. O ato teve como alvo críticas ao ex-presidente Donald Trump, à guerra no Irã e ao avanço da inteligência artificial.
A manifestação provocou a interdição de todas as faixas da ponte, gerando impactos no trânsito da capital norte-americana. Do alto de um dos arcos, o ativista passou a divulgar mensagens em sua conta na rede social X, defendendo o fim de conflitos armados e criticando o que chamou de “regime Trump”.
Em uma das publicações, ele escreveu: “Acabem com as guerras. Derrubem o regime Trump. Parem a IA. A não cooperação revolucionária e não violenta com o mal é nosso direito, poder e responsabilidade”.
Reichstadter afirmou que o objetivo do protesto era chamar a atenção da população para a guerra no Irã e para os riscos que, segundo ele, estariam ligados ao desenvolvimento da inteligência artificial avançada. Ele alertou para um possível “ponto de não retorno” no avanço da tecnologia, mencionando riscos extremos para a humanidade.
Além disso, o ativista fez um apelo para que governos ao redor do mundo adotem medidas imediatas para interromper o desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial geral e de superinteligência, defendendo ações não violentas como forma de pressão popular.
O caso ganhou repercussão internacional pela forma do protesto e pelos temas abordados, que envolvem debates globais sobre conflitos geopolíticos e os limites da tecnologia.

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