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  • Três presos são executados dentro do Conjunto Penal de Feira de Santana ~ Blog Barreiras Noticias | Juninho Sem Maquiagem


    Três presos foram mortos no sábado (7) no Conjunto Penal de Feira de Santana – dois deles foram encontrados decapitados. Segundo a Polícia Civil, os mortos foram identificados como Júlio César da Silva Rocha, de 31 anos, Everson Avelino de Jesus, de 23, e Marcos Antônio Vitória Nunes, de 32. 

    Depois do caso, o banho de sol foi suspenso na unidade prisional. De acordo com a direção, o crime tem relação com uma onda de homicídios que aconteceram nas últimas 48h fora da unidade – entre sexta e sábado, seis homens foram mortos em Feira, incluindo um caso de duplo homicídio.

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    Em rondas, os agentes penitenciários encontraram três mortos, todos em um mesmo pavilhão. A suspeita é que o trio foi morto por conta de um racha em uma facção criminosa. Eles faziam parte do mesmo grupo. 

    Os três mortos são de Feira de Santana. Júlio César foi preso em janeiro de 2021, Everson, em agosto de 2019, e Antônio Marcos, em junho de 2021. 

    “Por orientação do superintendente Luciano Viana, foi feita uma revista nos pavilhões que tinham presos remanescentes desta organização criminosa, dando o direito de saírem do pavilhão aqueles que não se sentiam seguros. Vários pediram para sair, confirmando assim, as nossas informações. Todos os presos envolvidos nas três celas foram ouvidos pela equipe da Polícia Civil na própria unidade e serão responsabilizados pelo crime cometido, além de responderem administrativamente por falta disciplinar”, disse o diretor do presídio, José Freitas, ao Acorda Cidade.

    Uma equipe da Polícia Civil fez o levantamento cadavérico na manhã deste domingo (8) e coletou as primeiras informações no local. Policiais da 1º Coordenadoria Regional de Polícia do Interior apuram o caso e já há indícios de autoria e motivação, diz a corporação. Equipes do Departamento de Polícia Técnica (DPT) estiveram no local e realizaram perícia, cujo laudo deve ajudar na apuração.

    A reportagem procurou a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), mas não obteve retorno. (Correio)

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